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Fim de Ano: Natal e Reveillon - Que Delícia!

O final de ano chegou e com ele o Natal e o Reveillon, e mais as Festas de Confraternização. O mês de dezembro é uma comemoração só, que delícia! Muitos amigos para abraçar, muitos parentes para rever, muitos presentes para dar e receber e para saborear, um cardápio dos deuses, que delícia!

No meio de tanta agitação com os preparativos para as festas, será que alguém sabe qual a origem da Ceia de Natal? E o panetone, de quem é a receita? Quem é que não sabe uma simpatia para atrair sorte e prosperidade para o ano novo? Mas, quem é que sabe o significado da palavra Reveillon?

De acordo com historiadores, o Natal é uma comemoração tão antiga e tão rica em simbologias que é difícil traçar uma origem única, sendo uma festa que envolve, ao mesmo tempo, a liturgia cristã, crenças populares e até festas pagãs. Alguns dizem que a Ceia de Natal vem da Roma Antiga, com a festa pré – cristã “ Saturnália”, uma festa de 4 dias onde as pessoas se esbaldavam em banquetes e que terminava no dia 25 de dezembro, daí o costume da mesa farta no Natal. Outros dizem que vem de comemorações européias, há centenas de anos atrás e que aconteciam no mês de dezembro, quando os europeus deixavam as portas de suas casa abertas para que, no dia de Natal, os peregrinos entrassem e se confraternizassem com seus familiares saboreando um delicioso prato. Isto também explicaria o caráter de confraternização entre amigos e familiares do Natal.

Já a receita do panetone... O que se sabe ao certo é a sua origem, Milão na Itália. Conforme uma das versões, por volta do ano 900 dc, um padeiro de Milão, chamado Tone, fez um pão e adicionou frutas secas e nozes. O pão fez muito sucesso e ficou conhecido como “pane di Tone”. Outros acreditam que seu criador foi o chef di cuisine Gian Galeazzo Visconti, também Duque de Milão, que no ano 1395 inventou um pão diferente para uma festa, cujo sucesso foi devido ao seu sabor levemente adocicado e as frutas.

Independente da sua origem, as tradições natalinas foram se renovando e se adaptando aos aspectos regionais, aos hábitos familiares e aos tempos modernos, nos dias de hoje saboreamos o “Chocotone”. Os países possuem peculiaridades em suas Ceias de Natal, na África do Sul, por causa do forte calor, a ceia é feita no quintal, na Jamaica a tradição é preparar pratos com ervilhas, na Rússia muito mel, grãos, frutas e pouca carne, e no Brasil a deliciosa rabanada foi incorporada ao cardápio da ceia.

E o Reveillon? Esta palavra é francesa e tem um significado bastante simples, uma festa que se faz à meia – noite, ou passar a noite acordado para comemorar algo. A palavra Reveillon foi importada e incorporada por vários países e é usada para denominar a festa de comemoração da entrada do Ano Novo e, mais uma vez, uma variedade de pratos e bebidas para o deleite dos convidados.

É nesse clima de saudação ao ano que se inicia, de possibilidade do novo, de recomeço, de mais uma chance, que as pessoas praticam rituais e simpatias, afinal, não custa nada “ajudar” a prosperidade. O curioso é que muitos destes envolvem alimentos: a sopa de lentilha, os sete gomos de uva, as sementes de romã, as três folhas de louro, as sete colheres de arroz doce, etc...etc...

Deixando um pouco de lado todas as estórias e/ou histórias das festividades de fim de ano, e que mesmo com todas as opções de carnes, doces, frutas, sorvetes, acompanhamentos e bebidas, tudo de dar água na boca só de pensar, vamos lembrar que os exageros gastronômicos não são nada saudáveis. Por isso, siga as orientações dos profissionais de área de nutrição e saúde: de preferência às carnes magras – chester ou peru - assadas ou cozidas; às frutas frescas - cereja (apresenta baixas calorias, é fonte de vitamina C e benéfica na redução do colesterol) - ameixa vermelha (apresenta baixas calorias e é rica em riboflavina) – uva (rica em antioxidantes); verduras em folhas à vontade; damasco seco (possui antioxidantes, rico em fibras e isento de gordura) e as castanhas, avelãs e nozes devem ser consumidas com moderação. Aliás, a melhor maneira de aproveitar as festas, é comendo e bebendo moderadamente, em pequenas porções.

Tim.....Tim......Saúde!

Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Ass.
Stela Scaglione Quarentei
Bioquímica de Alimentos
Diretora da S & Quality Consulting
Consultora da ECOLAB

 

sobe


Carro movido a óleo de cozinha

"Não é brincadeira: o carro de Fendel se movimenta, roda pelas ruas e estradas com o mesmo óleo de cozinha com que se fritam batatas, ovos, peixe... inclusive com óleo usado de fritura, filtrado"

Em 1897, o alemão Rudolf Diesel, utilizou óleo de amendoim no seu motor. E afirmou que “Os paises que utilizarem óleos vegetais com meu motor, obterão desenvolvimento sustentável”.

O engenheiro mecânico Thomas Fendel abraçou o projeto de Rudolf . E, há tempos, tentava regularizar junto ao DETRAN a alteração de uma das características de seu veículo automotor. Com pequenas adaptações no motor a diesel, seu carro passou a funcionar movido a OVN - óleo vegetal natural (a mais eficiente espécie do tão falado biocombustível**).

Mas o DETRAN – alegando incapacidade técnica – recusava-se a licenciar seu veículo.

Fendel não teve alternativa: requereu ao Poder Judiciário de vários estados autorização para adequar seus veículos ao uso do biocombustível OVN.

Ao analisar o processo, entendeu o juiz Domingos Paludo – da Vara da Fazenda Pública de Florianópolis - que a denegação do pedido na via administrativa, “não tem causa, pois nenhum ato de agente público pode ser praticado no evidente propósito de restringir direito, sem um motivo de Direito que o justifique”.

Além disso, sob a ótica do direito do consumidor, para ele “as leis devem ter sentido produtivo e não destrutivo das economias populares, bem como se devotarem todas e sempre à obtenção do bem comum, não se justificando nenhuma restrição a direito sem causa lícita, ou antes, com causa absolutamente singular, egoística, de proteger as concessionárias em detrimento de todos os consumidores”.

Hoje, Fendel, por força de uma medida concedida, tem o primeiro veículo movido a OVN - óleo vegetal natural – regularizado junto ao DETRAN no Brasil.

Não é brincadeira: o carro de Fendel se movimenta, roda pelas ruas e estradas com o mesmo óleo de cozinha com que se fritam batatas, ovos, peixe... inclusive com óleo usado de fritura, filtrado.

O momento é propício para divulgar esta boa nova porque, embora as discussões sobre os (limpos) combustíveis substitutivos da (suja) gasolina (fóssil) estejam na boca do povo, os nossos governantes só falam e investem no biodiesel que é uma mistura que contém óleo vegetal modificado, desnecessariamente mais caro e oligopolitizado.

Chegou a hora de o Brasil também falar e investir no uso de óleo vegetal puro pois existem vários exemplos de experiências bem sucedidas.

Com seu projeto sustentável em prática, Fendel:

  1. obedecendo a postura internacional, contribui para o não aquecimento do planeta porque não está usando combustível fóssil. Ora, será que só um carro movido a OVN pode provocar alteração no efeito estufa? Claro que sim. Especialmente se este exemplo for multiplicado por outros usuários de veículos automotores. Afinal, cada um deve fazer a sua parte, pois os vegetais correspondentes fazem a sua parte muito bem feita, eles seqüestram graciosamente muito mais CO2 da atmosfera, do que o devolvido pelo uso das bioenergias;
  2. está contribuindo para o sucesso da agricultura familiar. Cada agricultor poderá ser auto-suficiente na produção do combustível que utiliza e deverá poder vendê-lo livremente;
  3. gastará R$ 0,08 para rodar 01 kilômetro. Isso, em relação à gasolina, representa uma economia de R$ R$ 0,16 por kilômetro rodado.
Esta brilhante decisão judicial é uma vitória para a sociedade. E é também uma vitória para o meio ambiente e para o bolso do consumidor!

Extra! Extra! Leitores, vamos replicar esta decisão em cada canto do Brasil! Fale conosco!

Ana Echevenguá - advogada ambientalista, coordenadora do programa televisivo Eco&Ação – Ecologia e Responsabilidade,
e-mail: ana@ecoeacao.com.br

** - segundo a Lei 11.097/2005 é “combustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna ou, conforme regulamento, para outro tipo de geração de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”.

fonte: www.ecoterrabrasil.com.br

sobe


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...os siriris ou aleluias são cupins e que saem do ninho em um vôo de dispersão com o objetivo de encontrar um local onde possam se reproduzir, formando outro ninho de cupins?

 

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