|
HIGIENIZAÇÃO
Higiene das mãos:
Segurança dos alimentos e dos funcionários
A falha na higiene das mãos é uma das principais causas de
contaminação na indústria de alimentos, em função do freqüente
contato direto destas com os produtos fabricados. Assim, lavar as
mãos é uma das melhores formas de evitar a contaminação dos
alimentos.
Na indústria de alimentos, uma correta higiene das mãos, além de
garantir a não contaminação dos alimentos por este meio, também
promoverá a segurança dos funcionários.
A utilização de sabonetes (produtos destinados ao uso humano)
adequados conforme recomendações vigentes propicia uma higiene
segura.
Visando a necessidade de harmonização da ação de inspeção sanitária
bem como a necessidade de elaboração de requisitos
higiênico-sanitários gerais para serviços de alimentação, a ANVISA e
a PORTARIA CVS-06, de 10.03.99, do Estado de São Paulo, a qual
estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais
para alimentos produzidos / fabricados / industrializados /
manipulados e prontos para o consumo, para subsidiar as ações da
Vigilância Sanitária e a elaboração dos Manuais de Boas Práticas de
Manipulação e Processamento, recomendam uma técnica para higiene das
mãos. É só seguir os seguintes passos:
- Umedecer as mãos e antebraços com água corrente.
- Lavar com sabonete líquido, neutro, inodoro, esfregando a palma e
o dorso das mãos, inclusive as unhas e os espaços entre os dedos.
Pode ser utilizado sabonete líquido anti-séptico - neste caso,
massagear as mãos e antebraços por pelo menos 1 minuto.
- Enxaguar bem com água corrente, retirando todo o sabonete.
- Secar as mãos com papel toalha descartável não reciclado, ar
quente ou qualquer outro procedimento apropriado.
- Aplicar anti-séptico, deixando secar naturalmente o ar, quando não
utilizado sabonete anti-séptico.
A linha de produto para higiene das mãos da Ecolab foi especialmente
desenvolvida para proporcionar a máxima higiene sem agredir a pele.
Consulte um especialista Ecolab e conheça toda a nossa linha para
esta aplicação.
Base Legal:
• Portaria CVS nº 06, de 10 de Março de 1999 – Centro de Vigilância
Sanitária
• Resolução RDC n° 211, de 14 de Julho de 2005 – ANVISA
• Resolução RDC nº 216, de 15 de Setembro de 2004 – ANVISA
• Cartilha sobre Boas Práticas para Serviços de Alimentação – ANVISA

A Ecolab em seu cruzeiro de férias
Como em qualquer situação onde se reúnem muitas pessoas em um espaço restrito, os riscos mais eminentes à saúde são o de contaminação através de vírus. Os principais são Rotavirus, Norwalk - Norovírus. O risco de contaminação alimentar também existe, como em qualquer estabelecimento comercial que sirva alimentos e depende muito dos controles sanitários impostos por cada linha de cruzeiro para evitar que eles ocorram.
Além disso, os costumeiros enjôos marítimos representam também desconforto, principalmente para pessoas com tendência a este tipo de reação.
A Ecolab atende 90% das frotas de navio do mundo. Através de um grande esforço logístico, abastecemos o navio com produtos de nossa marca, garantimos o funcionamento adequado de todos os dosadores e suprimos necessidade de treinamentos e correção de problemas rotineiros ocorridos durante o translado entre os portos. Tudo isto para garantir que a limpeza e higienização estejam entre os mais altos padrões exigidos.
Como em toda a viagem, o passageiro deve certificar-se de ter seus medicamentos a bordo e lembrar neste caso de que enjôos serão mais freqüentes devido ao estilo da viagem. Em geral as linhas de Cruzeiros possuem médicos e especialistas em sanitização a bordo, que garantem um pronto atendimento a qualquer situação de emergência que possa vir a ocorrer e previnem o navio deste tipo de risco, mantendo práticas seguras de manipulação dos alimentos de forma extremamente rígida.
No caso de passageiros com necessidades especiais, contate seu agente de viagem para informar antecipadamente os cuidados necessários e a quem contatar em caso de emergência.
Boa viagem!
 |