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EM DIA COM SEGURANÇA E HIGIENE PESSOAL

Cuidados com a pele

A pele é um tecido muito sensível que cobre todo nosso corpo.
A pele das pessoas adultas tem extensão de mais de 3 m2 (três metros quadrados). Apesar de fina a pele é muito resistente. Contém entre dois e três milhões de glândulas de suor, as quais despejam ao exterior cerca de um litro por dia durante os meses quentes.

Se a ferirmos, abrimos uma brecha por onde pode entrar toda espécie de germes e vírus que podem atacar nossos órgãos internos.

É muito importante protegermos nossa pele para que esta possa proteger nosso corpo. Não devemos expô-la a vapores irritantes e líquidos e a atritos de materiais que possam feri-la. A melhor forma de conseguir isto é utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) que melhor se ajustem ao trabalho específico que realizemos.

Antes de utilizar os produtos ECOLAB ou quaisquer produtos químicos, não se esqueça de ler o rótulo a FISPQ (Ficha de Segurança de Produtos Químicos) e seguir as recomendações de uso neles constantes, bem como as instruções de utilização de EPI. Dessa forma você estará evitando acidentes e protegendo a sua pele.

Fonte: Departamento de Segurança do Trabalho - ECOLAB

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Segurança do Paciente - Higienização das Mãos

A higienização das mãos tem sido considerada como um dos pilares da prevenção e controle de infecções dentro dos serviços da saúde. Estudos mostram que a adesão dos profissionais à prática de higienização das mãos de forma constante e diária ainda é baixa.

Para contribuir a ANVISA/MS apresenta o Manual “Segurança do Paciente – Higienização das Mãos” destinado aos profissionais que atuam em serviços de saúde em todos os níveis de atenção.

Com a criação da “Aliança Mundial para Segurança do Paciente” pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a segurança do paciente passa a ser uma preocupação Global.

Para entender os objetivos das diversas abordagens, o manual de “Segurança do Paciente – Higienização das Mãos” aborda os seguintes tópicos:

  • Perspectiva histórica;
  • Aspectos microbiológicos da pele;
  • Evidência de transmissão de patógenos por meio das mãos;
  • Controle da disseminação de microrganismos multirresistentes;
  • Produtos utilizados na higienização das mãos;
  • Insumos e equipamentos necessários para higienização das mãos;
  • Higienização das mãos;
  • Efeitos adversos provocados pelos produtos utilizados para higienização das mãos;
  • Métodos e estratégias para promover a adesão às práticas de higienização das mãos;
  • Impacto da promoção e melhoria na adesão às práticas de higienização das mãos;

Clique aqui para baixar por meio do site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o Manual Segurança do Paciente – Higienização das Mãos

Portaria/Resoluções relacionadas
MS N°2616, 12 de Maio de 1998
RDC N°50, 21 de Fevereiro de 2002

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Os perigos da mistura de produtos químicos

Faz-se necessário prestar atenção aos riscos existentes quando da mistura de produtos químicos, pois boa parte deles pode originar um novo produto formado a partir da reação dos produtos que foram misturados. Este novo produto pode ser altamente prejudicial ao ser humano, por exemplo, um gás tóxico ou uma reação que libere grande quantidade de calor e venha a causar queimaduras.

A seguir, alguns exemplos de misturas nocivas à saúde:

  • Produtos fortemente ácidos com produtos fortemente alcalinos – causam uma reação que libera grande quantidade de calor
  • Produtos clorados com produtos que contenham amoníaco – geram gás tóxico
  • Produtos amoníacos com compostos oxidantes – geram gases e calor
  • Ácido nítrico se misturado com produtos oxidantes ou orgânicos – pode gerar elementos explosivos
  • Ácido peracético com cloro – geram gás tóxico e odor pungente
  • Ácido sulfúrico quando misturado com acetato de sódio – gera ácido acético (odor pungente)
  • Soda cáustica ou produtos fortemente alcalinos – quando em sua forma concentrada, se adicionados a água geram vapores e liberação de grande quantidade de calor
  • Produtos fortemente alcalinos ou ácidos concentrados – se adicionados a água geram vapores e liberação de grande quantidade de calor

É importante ressaltar que NÃO se deve misturar produtos de higienziação, exceto quando em presença de pessoa com conhecimento técnico específico, habilitada e treinada.

Existem também normas que devem ser seguidas quanto ao armazenamento de produtos químicos nas quais, entre outras questões, está definida a incompatibilidade entre produtos químicos. Exemplos:

  • Líquidos inflamáveis não devem ser mistura com produtos oxidantes
  • Produtos oxidantes não devem ser misturados com líquidos inflamáveis, produtos tóxicos, produtos irritantes ou corrosivos
  • Produtos ácidos não devem ser misturados com produtos alcalinos
  • Produtos de limpeza não devem ser misturados com produtos destinados a alimentação

Os exemplos acima são somente uma pequena parcela dos itens que devem ser considerados para se obter maior segurança operacional. Consulte sempre um especialista.

Fonte: Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento - ECOLAB

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Vídeo sobre segurança na higienização de banheiros

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Ecos é um boletim bimestral focado em assuntos de higiene, limpeza e desinfecção para o mercado institucional e industrial.